História do Nado Sincronizado
Por Sonia Hercowitz
Em 1934, o termo Nado Sincronizado foi citado pela primeira vez por Norman Ross, na I Feira Mundial de Chicago. No Brasil, registros encontrados apontam à cidade do Rio de Janeiro como sendo o ponto de partida da modalidade durante a década de 1940. Entre 1942 e 1967, o Nado Sincronizado expandiu-se para três estados brasileiros e se internacionalizou por meio de campeonatos Sul-americanos e Pan Americanos. Entre 1968 e 1979 houve uma estagnação no esporte, mas deste último ano em diante gerou-se uma expansão que até hoje se faz presente, com nítida aceleração a partir de 1997 (ver tabelas). Em 2003 contavam-se 1121 atletas distribuídas em onze Estados do país.
Definição O Nado Sincronizado (NS) pode ser considerado um esporte competitivo individual, ou por equipe, ou ainda uma forma de representação artística. Na sua forma competitiva, o NS é um desporto aquático que engloba quatro provas: figuras, rotina técnica, rotina livre e rotina livre combinada. A primeira refere-se a uma apresentação individual de quatro figuras, pré-determinadas pela regra sendo dois obrigatórios e 2 por sorteio; a segunda compreende a realização de movimentos de uma ou mais pessoas sincronizada entre si e com a música, construída com base em movimentos pré-estabelecidos na regra e de outros movimentos livres para comporem a rotina. A terceira também compreende a realização de movimentos de uma ou mais pessoas sincronizadas entre si e com a música, tendo, entretanto sua construção, por base em movimentos livres e sem restrições. A quarta é uma rotina livre que combinam em uma só rotina três das provas de NS quais sejam solo, dueto e equipe.
Origens No século XIX, surgem os primeiros indícios do aparecimento futuro do NS, quando de uma demonstração realizada na Inglaterra, em 1892 , para o rei Eduardo VII e sua corte. Já no início do século XX, o esporte configurava-se por meio de uma versão próxima à atual encontrada no Canadá, Holanda, Alemanha, Bélgica e França com diferentes terminologias: Natação Artística, Entretenimento Náutico, Balé Aquático, Natação Fantasia e Natação Ornamental. Em 1934, o termo Nado Sincronizado foi citado pela primeira vez por Norman Rios, na Feira Mundial de Chicago. No Brasil, registros encontrados apontam o estado do Rio de Janeiro como sendo o ponto de partida do NS durante a década de 1940.
1940 Esther Williams. divulga o esporte em nível mundial, com o filme “Bathing Beauties”.
1942 No Brasil, a primeira constatação do início do NS refere-se à Maria Link – professora e nadadora olímpica - ensinando e vivendo na cidade do Rio de Janeiro-RJ, publica o primeiro trabalho técnico sobre a matéria, que é até hoje reconhecido como pioneiro no país.
1943 Maria Lenk com os conhecimentos adquiridos na apresentação de NS nas Olimpíadas de Berlim - 1936, realiza com as alunas da então Escola Nacional de Educação Física e Desportos-ENEFD da Universidade do Brasil, hoje UFRJ, a primeira apresentação da modalidade no Rio de Janeiro e no país. Após esta demonstração, o NS ficou sem atividades por aproximadamente quatro anos, quando afinal adquire porte e representatividade para sua expansão e desenvolvimento.
Década de 1950 Este período estabeleceu bases de organização para uma nova era do NS no Brasil uma vez que a atividade passou a ter também um caráter competitivo, o que resultou numa expansão por meio de clubes esportivos .
1951 O NS foi exibido nos Jogos Pan-Americanos .
1955 O NS foi aceito como modalidade oficial nos Jogos Pan-Americanos.
1957 Surge a primeira regulamentação do NS em língua portuguesa, traduzida e adaptada por Crisca Cotton.
1958 Realização do primeiro Campeonato Carioca no Tijuca Tênis Clube (RJ). Há evidências que neste mesmo ano a modalidade foi introduzida por Crisca Cotton nos Jogos da Primavera, evento esportivo do RJ, organizado somente com participantes femininos de repercussão nacional.
1959 Início das competições interestaduais no país. Os registros de memória apontam a participação de dois estados somente: Rio de Janeiro e Minas Gerais. Neste ano o NS participa também dos Jogos Infantis, promovido pelo Jornal dos Esportes (RJ) que também patrocinava os Jogos da Primavera.
Década de 1960 Neste período, o NS brasileiro inicia sua primeira tentativa de internacionalização, o que redundou em um novo suporte e estímulo para seu crescimento.
Nesta década a profª Margarida Thereza Nunes da Cunha Menezes implanta a disciplina do N S na UFRJ, para a formação de novos profissionais na área. Nesta mesma década foi também criado o 1° grupo de NS da Universidade.coordenado Margarida Menezes
1963 O Brasil conquista a medalha de bronze para a modalidade de NS, participando pela primeira vez dos Jogos Pan Americanos então realizados na cidade de São Paulo. A representação nacional incluiu 7 atletas paulistas e uma carioca.
1965 O NS participa dos Jogos Mundiais da Primavera, no Rio de Janeiro, mas a participação se limita ao Brasil. Os Jogos foram organizados pelo Jornal dos Esportes em comemoração ao IV Centenário da cidade. Os últimos registros relacionados ao NS competitivo na década de 1960 no Brasil foram os Jogos da Primavera e os XVIII Jogos Infantis, ambos sediados no RJ.
1969 – 1977 Neste período há uma descontinuidade na evolução do NS competitivo, identificada pela ausência de registros e dados históricos. Pressupõe-se, neste caso, que a atividade sobreviveu graças aos trabalhos desenvolvidos por alguns clubes e pela EEFD-UFRJ. O termo “balé aquático” torna-se corrente nesta época. A modalidade então sobrevive com o estímulo dado ao trabalho não competitivo de entidades e clubes, tais como Clube de Regatas Guanabara - CRG, C.R.Vasco da Gama - CRVG, AA.Gama Filho - AAGF, Fluminense F.C.- FFC,Tijuca T.C. - TTC e EEFD – Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do RJ. Acrescente-se que o NS manteve-se como esporte não competitivo de 1943 até 1956 e posteriormente, entre 1968 a 1979.
1979 O retorno à forma competitiva foi realizado em São Paulo e os seguintes clubes competindo: - C.R.Flamengo dirigido por Ana Maria Lobo; F.F. Clube dirigido por Magali Cremona; T.T.Clube dirigido por Fátima; A.A. Gama Filho – dirigida por Nancy Basilone; C.R.Guanabara dirigido por Lívia Prestes e que posteriormente inicia o C.R. Botafogo
1979 O VII Campeonato Sul-Americano de 1979 significa a volta do NS brasileiro à competição. As competições nacionais neste ano, iniciaram com as categorias até quatorze anos e acima de quinze anos. Nos anos seguintes os campeonatos já englobavam as categorias até hoje existentes, infantil A e B - até 12 anos, Juvenil A - 13 a 15 anos, Juvenil B - 16 a 17 anos, Junior - 15 a 18 anos e Senior - 19 anos em diante.
Década de 1980 Esta década ratifica o NS como modalidade competitiva. Os campeonatos nacionais tornam-se regulares, com atletas do RJ, SP e RS. No plano internacional, o NS é incluído como esporte olímpico. Nesta década surge técnicas vinda da UFRJ como Mônica Rosas, Sonia Hercowitz, e Teresa Alantejano, e antigas nadadoras dos clubes acima citados como Andréa Curi, Maria Helena Reis , Meico Fujita, Márcia Leite e Heloisa Jorge.
1980 O Rio de Janeiro recebe a visita da técnica mexicana Guilhermina Oteiza. Esta professora ministrou cursos nos clubes em que se praticava o NS e auxiliou no treinamento das seleções infanto-juvenis, que se preparavam para o Campeonato Sul Americano de Esportes Aquáticos destas categorias.que engloba atletas até 15 anos. No mesmo ano a seleção Sênior Re-estréia nos Jogos Sul-Americanos sagrando-se vice-campeã, perdendo somente para a equipe colombiana.
1982 O campeonato brasileiro recebe pela primeira vez atletas de São Paulo. O Brasil recebe outra técnica mexicana Adriana Loftus. O objetivo foi contribuir com a preparação da seleção brasileira adulta para participar de competições internacionais fora do circuito da América do Sul, como: Campeonato Mundial dos Esportes Aquáticos em Guaiaquil – Equador, 1982; o Sul Americano de La Paz – Bolívia, Torneio de Palma de Majorca 1983; e os Jogos Pan-Americanos, 1983. Observa-se que a partir deste ano o Brasil começa a ganhar todos os Campeonatos Sul-Americanos (1982-2004). Neste mesmo ano assume como assistente técnica Magali Cremona, que após a saída de Adriana Loftus assume o cargo de técnica da seleção.
1983 A equipe brasileira conquista a sua primeira medalha internacional fora da América do Sul no V Torneio de “Palma de Majorca”. No mesmo ano o Brasil participou dos Jogos Pan Americanos realizado em Caracas, na Venezuela sem, no entanto, alcançar colocação de destaque.
1984 Na Olimpíada de Los Angeles, o NS é incluído pela primeira vez como esporte olímpico, e o Brasil participa com o solo e o dueto. As atletas olímpicas são as irmãs Paula e Tessa Carvalho, dirigidas por Magali Cremona.
1985 No período entre 1983 a 1985 surgiu o trabalho de massificação do esporte no Rio de Janeiro coordenado por Ana Lobo e sediado na Superintendência de Desportos do RJ-SUDERJ, patrocinado pela Organização dos Estados Americanos – OEA, através da Fundação Roberto Marinho (RJ) e difundido pela Rede Globo de TV (RJ). O projeto chegou a atender em torno de 1628 crianças.
1987 Neste ano estréiam em seleção Sonia Hercowitz e Teresa Alentejano, na seleção de Juvenil B e Mônica Rosas na seleção de Juvenil A.
1988 Com a entrada de Coaracy Nunes na presidência da CBN é mudado o nome deste órgão esportivo para Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos-CBDA. Neste ano também vem ao Brasil a Profª Linai Vaz de Negri, então nos USA para seu curso de mestrado e doutorado, para uma clínica realizada no CR Guanabara e depois como consultora da seleção brasileira que vai à competição em Glasgow – Copa FINA.
1989 A seleção brasileira Junior participa do mundial Junior em Cali – Colômbia obtendo a 6º colocação. A EEFD - UFRJ reativou seu grupo de apresentação fundado por Maria Lenk na década de 1940 e desenvolvido por Menezes na década de 1950 e 1960.
1990 A CBDA traz ao Brasil a treinadora norte americana Carol Deutch, que profere cursos nos clubes do RJ em que o NS era praticado. Também neste ano, Ana Lobo reformula inicia o primeiro grupo de arbitragem totalmente neutro, com alunos da Escola de Educação Física da Universidade Castelo Branco (RJ).
1992 O NS participa dos Jogos Olímpicos de Barcelona, Espanha com as atletas Cristiana Lobo e Fernanda Veirano como dueto e da atleta Gláucia Soutinho como solo e pela primeira vez é modificada a técnica da seleção com Mônica Rosas dirigindo; e neste mesmo ano o NS é implantado no Rio Grande do Norte - Natal pelas técnicas cariocas que para lá migraram (Lisboa e Braga), surgindo assim o primeiro núcleo na região nordeste. Também neste ano o Brasil tem pela 1ª vez uma pessoa representando a América do Sul no Comitê Técnico de NS da FINA- Profª Ana Maria Lobo.
1994 A CBDA traz pela primeira vez a técnica russa Tatiana Pokrovskaia para dirigir inicialmente o solo e o dueto para o Campeonato Mundial em Roma, e depois a equipe brasileira com vistas ao Pré Olímpico realizado no ano seguinte em Atlanta. .
1997 Realizações do primeiro Torneio Norte-Nordeste no Brasil. Fato que contribuiu para o crescimento do esporte no Nordeste.
1998 Os Campeonatos brasileiros passam a ser realizados de forma sistemática fora do eixo Rio – São Paulo.
1999 O dueto dirigido por Andréa Curi e formado pelas gêmeas Isabela e Carolina de Moraes é medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos em Winnipeg, Canadá, e a equipe se classifica em quarto lugar. Este resultado provoca uma significativa divulgação do NS.
Destaque para a seleção Junior que conquista um excelente resultado à 7º colocação no Campeonato Mundial Junior Cáli – Colômbia – dirigida por Heloisa Jorge e Roberta Perrilier
2000 O dueto das gêmeas Carolina e Isabela de Moraes competem nos Jogos Olímpicos de Sydney e pela primeira vez o Brasil vai a uma final olímpica. O Nado Sincronizado retorna a elite da modalidade com a medalha de ouro para o dueto e prata para a equipe na Copa Fina B Cairo – Egito.
2001 Inclusão do NS nos Jogos da Juventude, competição de âmbito nacional, fato que permitiu um crescimento quantitativo e uma melhoria técnica do esporte na categoria juvenil A, 13 - 15 anos, que representa a base da seleção brasileira. Neste ano é também realizado o primeiro Encontro Nacional de Técnicos de NS. O evento permitiu uma discussão ampla sobre a modalidade no Brasil, resultando em mudanças significativas para a evolução do esporte. No âmbito internacional o NS participa do Campeonato Mundial Adulto e Junior chegando a final nas duas categorias nas provas de solo e dueto. Neste ano foi realizada Clínicas de implantação nos seguintes Estados: Pará e Ceará.
2002 A equipe brasileira conquista pela primeira vez a 10ª colocação na Copa FINA A Campeonato que reúne os 12 melhores países na modalidade, dirigida por Mônica Rosas e Andréa Curi. Neste ano a seleção Junior chega a final com o dueto e a equipe no campeonato Mundial Junior em Montreal Canadá dirigida por Roberta Perrilier e Luciana Goullart.
2003 O NS brasileiro conquistou depois de 40 anos a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos na prova de dueto e equipe em Santo Domingo – Republica Dominicana, dirigida por Andréa Curi (dueto) Mônica Rosas e Roberta Perillier (equipe).
2005 O Brasil compete no XI Mundial de Esportes Aquáticos em Montreal/Canadá. Esta competição foi marcada pelo a estréia da prova de Rotina Livre Combinada. Etapa do NS que combina em uma mesma coreografia solos, duetos, trios e equipes, que são obrigatórias 10 atletas na água. A colocação da equipe Brasileira nesse campeonato foi a 10º colocação na Rotina Combinada, 11°Colocação da Equipe Livre e 13ª Colocação no Dueto.
2006 Ano que surge no calendário internacional das competições de nado sincronizado o I World Trophy em Moscou/Rússia. Competição que possue apenas cinco juízes, que fazem seu julgamento apenas pela parte artística da coreografia apresentada por cada país. A colocação dq equipe brasileira foi a 7ª Colocação no dueto, a 7ª Colocação no conjunto e a 6ª Colocação na Rotina Livre Combinada.
2007 A equipe brasileira participou do Mundial de Desportos Aquáticos em Melboune - Austrália conquistando melhorias nos resultados. A colocação da equipe Brasileira nesse campeonato foi a 16ª Colocação na prova de solos, 12ª Colocação no dueto, 10ª Colocação na equipe e 9° Colocação na Rotina Livre Combinada.
O ano também foi marcado pela participação do Brasil como país sede dos campeonato World Trophy no Rio de Janeiro/Brasil. Na segunda edição da competição o Brasil conquistou a 7°Colocação na prova de duetos e equipe e a 6°Colocação na Rotina Livre Combinada.
Neste mesmo ano, equipe brasileira e o dueto conquistam mais uma vez a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos realizado no Rio de Janeiro- Brasil, dirigido por Roberta Perillier e Magali Cremona tendo como Supervisora de seleções Mônica Rosas. O dueto foi formado por Lara Teixeira e Caroline Hildebrandt. A equipe englobou as seguintes atletas: Lara Teixeira, Caroline Hildebrandt, Gláucia Souza, Beatriz Peres, Branca Feres, Michele Frota, Pamela Nogueira, Nayara Figueira, Giovana Stephan.
2008 O NS está em pleno crescimento, com a expansão para mais 17 federações no país e com o crescimento do número de atletas inscritas na Confederação de 160 para 1121. O ano foi marcado pela olimpíada da China – Pequim. As representantes do NS foram as atletas estreantes em olimpíadas, Lara Teixeira e Nayara Figueira que obtiveram a 13° colocação.
Antes dos Jogos olímpicos a seleção brasileira Adulta conquistou o Título de Campeã Sul-Americana na provas de solo (Giovana Sthepan), dueto (Lara Teixeira e Nayara Figueira) e equipe Gláucia Heier, Giovana Stephan, Michelle Frota, Pamela Nogueira, Lorena Molinos, Camila Ururahy, Joseane Martins e Maria Bruno.
2009 O ano foi marcado pelas conquistas no Mundial de Esportes Aquáticos, como a inédita 10°colocação do dueto formado por Lara Teixeira e Nayara Figueira, treinado pela técnica Andrea Curi, em como a equipe que também terminou o Mundial com resultado expressivo, como a final da Rotina livre com o 12°colocação e a 11°colocação na Rtina Técnica. A equipe brasileira é foi composta nesse campeonato pelas atletas Giovana Stephan, Lorena Molinos, Pamela Nogueira, Glaucia Souza, Joseane Costa, Beatriz Feres, Maria Bruno, Camila Ururahy, Branca Feres e Michelle Frota, e orientada pelas técnicas Maura Xavier e Magali Cremona.
2010 – O ano inicia-se com o intercambio da Seleção Russa de Nado Sincronizado, pentacampeã mundial e tricampeã olímpica, que proporcionado pela CBDA (Confederação Brasileira de Esportes Aquáticos), fez pela quarta vez um período de treinamento em piscinas brasileiras.
A primeira competição do ano foi o XL Campeonato Sul-Americano de Esportes Aquáticos Medellin/COL – A equipe brasileira de NS conquistou as três medalhas disputadas na competição, confirmando a hegemonia brasileira.
A principal competição do ano será em setembro na China, onde serão disputadas a Copa Fina 2010. A seleção treina forte para competir no próximo mês.
Fontes Silva, Lívia P.L. da (1993), Natação Sincronizada: Uma Abordagem Histórica no Estado do Rio de Janeiro no período de 1942 a 1992. (Dissertação de Mestrado) – Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Vickers, Bette J.(1965) Teatching Syincronized Swimming. Nova Jersei, Prentice-Hall Inc.; Hercowitz, Sonia Maria Christianes de Oliveira (1994). Elaboração, Validação e Aplicação Parcial de um modelo de avaliação em uma escolinha de Natação Sincronizada no município do Rio de Janeiro. Tese de Mestrado – Escola de Educação Física e Desportos, UFRJ. Rio de Janeiro; Jones, F&Lindeman, J.(1975) The components os syncronized swimming. Nova Jersei, Prentice-Hall Inc.; Vieira, Eduardo.(2003) Nado Sincronizado 40 anos no Brasil



